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	<title>Alvaro Alaor Pilates</title>
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	<description>Saúde, bem estar, qualidade de vida.</description>
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		<title>Balance training e Pilates</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaroalaor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fisioterapia e movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pilates]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Balance Training  aplicado ao Pilates &#160; Introdução &#160; Entre os anos de 1950 e 1960 Dr Vladimir Janda notou que é impossível separar o sistema sensório do sistema motor no controle do movimento humano, ele chamou isto de sistema sensório motor. Ele enfatizou que as funções do sistema sensório motor é uma unidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Balance Training  aplicado ao Pilates</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Introdução</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/balance-training-e-pilates/meupe/" rel="attachment wp-att-1846"><img class="aligncenter size-full wp-image-1846" title="meupé" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/meupé.jpg" alt="" width="480" height="250" /></a></p>
<p>Entre os anos de 1950 e 1960 Dr Vladimir Janda notou que é impossível separar o sistema sensório do sistema motor no controle do movimento humano, ele chamou isto de sistema sensório motor. Ele enfatizou que as funções do sistema sensório motor é uma unidade e que as mudanças em uma parte do sistema são refletidas em adaptações em todo o sistema (Janda, 1987).</p>
<p>A dor no sistema locomotor deve ser sempre relacionada com uma disfunção dentro de todo o sistema motor. Janda relata que temos que perceber que a maioria dos distúrbios dolorosos são raramente uma doença local e envolvem em geral tanto o sistema muscular como o sistema nervoso central (SNC). Uma disfunção local deve ser tratada como uma expressão de um distúrbio geral, visto que causara adaptação em todo o sistema motor, apesar de que a dor poderá durar apenas alguns dias. A dor no corpo superior é frequentemente devida uma disfunção primária do corpo inferior. Cada alteração na periferia influencia o processo de adaptação no SNC. Antes que o cérebro reaja tem que interpretar toda a informação das estruturas periféricas independente da disfunção ser dolorosa ou não. Isto inclui bloqueios espinhais não dolorosos e pontos gatilho latentes, que são produtos da propriocepção prejudicada que influenciam a qualidade das contrações musculares. O sistema musculoesquelético e o SNC são uma unidade funcional.</p>
<p>O tratamento total da cronicidade deve começar com a restauração de todos os movimentos articulares possíveis e reduzindo significativamente a dor antes de tentar equilibrar o sistema muscular. Depois que o equilíbrio muscular é alcançado, a estimulação proprioceptiva é introduzida para melhorar a marcha, postura e coordenação em base subconsciente e autonômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desequilíbrio muscular</p>
<p>O desequilíbrio muscular refere-se a tendência de certos músculos tornarem-se encurtados/rígidos e excessivamente ativos, ou fracos e inibidos. Esta classificação foi baseada na defesa que estes dois grupos servem de funções para o desenvolvimento humano e nas formas de movimento, e o equilíbrio dessas funções é essencial para o movimento normal.</p>
<p>Os músculos posturais antigravitários de contração lenta tendem a encurtar, enquanto os músculos fásicos de contração rápida tendem a se enfraquecer.</p>
<p>Divisão músculos posturais e fásicos</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="216">Tendência enurtamento(postural)<strong></strong></td>
<td valign="top" width="216">Tendência ao enfraquecimento(fásico)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="216">Triceps suralTibial anterior</p>
<p>Adutores de quadril</p>
<p>Isquiocrurais</p>
<p>Reto da coxa</p>
<p>Iliopsoas</p>
<p>Tensor da fascia lata</p>
<p>Piriforme</p>
<p>Extensores paravertebrais da coluna</p>
<p>Quadrado lombar</p>
<p>Peitoral maior</p>
<p>Trapézio superior</p>
<p>Elevador da escapula</p>
<p>Esternocleidomastóideo</p>
<p>Flexores do membro superior</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</td>
<td valign="top" width="216">FibularesTibial anterior</p>
<p>Vasto medial e lateral</p>
<p>Glúteos máximo, médio e mínimo</p>
<p>Reto do abdome</p>
<p>Serrátil anterior</p>
<p>Rombóides</p>
<p>Trapézio inferior</p>
<p>Flexores cervicais</p>
<p>Extensores do membro superior</p>
<p>Escalenos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses músculos posturais são especialmente importante durante a marcha, quando funcionam contra a gravidade principalmente durante a fase de apoio unilateral do ciclo da marcha. Haverá frequentemente enfraquecimento do antagonista músculo encurtado (Lei da inervação recíproca de Sherrington). Este fato importante é imperativo para aliviar e tratar músculos encurtados e rijos antes de prescrever exercícios para músculos fracos. O músculo inibido frequentemente recuperará a força espontaneamente depois que seu antagonista encurtado for recuperado. Por isto a fraqueza não é necessariamente causada por falta de exercício mas pode ser neurologicamente inibida. Mas, é claro que por causa do desuso estes músculos devem ser fortalecidos. De qualquer forma, devemos entender que antes do treinamento de força, é necessário determinar o encurtamento muscular e os músculos que podem estar neurologicamente inibidos.</p>
<p>Os desequilíbrios desses músculos ocasionam piora no movimento e uma mudança no programa motor do sistema sensório motor. A única maneira de corrigir esta piora é primeiramente normalizar as estruturas proprioceptivas periféricas (mobilização da articulação) corrigir o equilíbrio muscular e finalmente facilitar o programa motor correto. Todavia, na presença de dor devemos reduzir a dor e tentar restaurar a ADM, restaurar o equilíbrio no sistema muscular, melhorar a propriocepção e restaurar os padrões de movimento em uma base autonômica, respectivamente.</p>
<p>Janda notou dois estágios básicos na aprendizagem motora. O primeiro estágio é caracterizado pelo controle voluntário do movimento, o que necessita de uma regulação cortical do movimento e muita concentração por parte do cliente. Este estágio requer um constante feedback das experiências positivas e negativas do mesmo.  A forma de coordenar o movimento é programando a região subcortical, tornando mais automático e cada vez mais requerendo menos consciência nesse processo. Neste ponto o mecanismo “feedforward torna-se importante. O mecanismo de “feedforward” ocorre inconscientemente sendo importante para preparar o corpo para o movimento devido a contração dos músculos estabilizadores antes de iniciar o movimento. Este mecanismo é notado no transverso do abdome que normalmente contrai antes que iniciemos um movimento nas extremidades (Hodjes and Richardson 1997).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Encurtamento muscular</p>
<p>Existe uma variedade de causas para um grupo encurtado/rijo. A causa mais comum é o abuso ou lesão crônica e uma alteração eventual na elasticidade do músculo. As posturas inadequadas e um estilo de vida sedentário, que eliminam um infinidade de formas de movimento, também são causa prováveis. Os tecidos conectivos tendem a se encurtar quando colocados em posição encurtada. O estresse, os movimentos forçados a fadiga crônica resultam em desequilíbrio muscular que afetam a programação motora do SNC, que perpetua os desequilíbrios através de padrões alterados de movimentos. Por causa da aferencia prejudicada de uma articulação, os músculos podem responder com rigidez e encurtamento ou pela inibição e enfraquecimento.</p>
<p>O encurtamento é devido a uma proliferação de tecido conectivo hipertrófico.  O músculo rijo é mais encurtado em repouso e não pode ser alongado passiva ou ativamente ao seu comprimento normal. Durante o alongamento passivo do músculo encurtado ou contração do músculo antagonista, o músculo encurtado não permite uma ADM completa na articulação afetada. Nos estágios precoces de encurtamento ocorre aumento de força, mas com o tempo a força reduz  devido  a substituição de fibras normais por tecidos não contrateis.</p>
<p>Os músculos encurtados possuem um limiar de excitabilidade mais baixo, o que quer dizer, tornam-se facilmente ativados mesmo em movimentos onde deveriam estar inibidos. Estudos EMG têm demonstrado que pessoas com músculos eretores da espinha encurtados, na tentativa de fortalecer os abdominais fracos através de “sit-up” na verdade fortalece os músculos eretores da espinha e torna o fortalecimento dos músculos abdominais fracos quase impossível.</p>
<p>Os músculos fásicos tendem a hipotonia, inibição, fraqueza, inatividade e a atrofia. São menos ativados na maioria dos padrões de movimento e alteram a seqüência normal de movimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Especificando</p>
<p>Em 1997, os participantes do congresso Foundation of Sports Medicine Education and Research adotaram o termo “sensório-motor” para descrever as integrações, sensoriais e motoras e as estruturas envolvidas na manutenção da integridade das articulações durante os movimentos corporais e nas manutenções de postura. Com o passar do tempo alguns termos foram utilizados erroneamente pelos profissionais para designar o sistema sensório-motor. Entre estes termos temos: propriocepção, controle neuromuscular etc. Na realidade, propriocepção e controle neuromuscular são parte de um todo que é o sistema sensório-motor.</p>
<p>O controle neuromuscular é definido como o controle da ativação inconsciente de estabilizadores dinâmicos (músculos) ocorrendo em preparação ou resposta a uma carga ou movimentos impostos a uma articulação com o objetivo de restaurar ou manter sua estabilidade normal.</p>
<p>O controle neuromuscular depende da integração adequada dos imputs sensitivos (visuais, vestibulares e somatosensoriais) e das aferencias motoras. Ou seja, é preciso que haja integração entre as informações que as articulações mandam para os níveis mais centrais do nosso sistema nervoso (medula, tronco e córtex) e os comandos que estes níveis enviam para os músculos na tentativa de manter a articulação estável. A informação sobre os estado das estruturas articulares é denominada de propriocepção.</p>
<p>O termo propriocepção vem do latim que significa recepção e própria. A propriocepção pode ser dividida em cinestesia ( percepção do movimento) e senso de posição articular.  Os responsáveis pela captação e transmissão da propriocepção são os mecanorreceptores que podem ser encontrados na cápsula articular, retináculo, ligamentos, pele, músculos e tendões. As informações derivadas dos mecanoreceptores são processadas em três níveis: espinhal (responsável pela estabilização dinâmica da musculatura); cerebelar (responsável pelo equilíbrio e postura) e cortical (responsável pela contração voluntária). Qualquer déficit na aferencia, processamento ou comando (eferencia) pode resultar em postura inadequada ou desequilíbrios, podendo ser fatores causais de lesões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imput proprioceptivo</p>
<p>A informação sensorial no sistema sensório-motor é maior em três locais do corpo: os pés, a articulação sacro-ilíaca e a cervical. Durante o trabalho sensório-motor devemos aumentar o imput proprioceptivo dessas três áreas que estimularam vias subcorticais facilitando a coordenação do movimento automático. E de muita importância assegurar um adequado posicionamento dessas três áreas durante os movimentos.  Janda enfatizou a importância da posição optimal dos pés, pois eles asseguram uma informação aferente máxima.</p>
<p>O primeiro ponto chave são os pés. Exercícios proprioceptivos são melhores realizados sem sapatos para assegurar o máximo de informação aferente entrando no sistema sensório-motor.  O trabalho deve-se iniciar com estímulos na sola do pé, com uma reflex ball e mobilizações do pé e do tornozelo.</p>
<p>O próximo ponto-chave na estabilidade postural é a articulação sacro-ilíaca. A reagião lombo-pélvica deve ser mantida em uma posição &#8221;neutra&#8221;.  É importante em qualquer disfunção a articulação Sacro-ilíaca ser</p>
<p>corrigida antes de iniciar o treino devido ao seu papel</p>
<p>na propriocepção. Isso ajuda a garantir relações comprimento/tensão muscalares adequadas permitindo que os mecanorreceptores</p>
<p>enviem de informações conjuntas e adequadas sobre a postura para o SNC a partir da região lombo-pélvica. Além disso, devemos utilizar a facilitação na contração do músculo transverso abdominal que é norteada pela dica de enviar o umbigo para dentro em direção a coluna vertebral. Mais modernamente, postula-se a contração de todos os músculos da parede abdominal e assoalho pélvico em conjunto, fazendo uma espécie de cinta abdominal.</p>
<p>Finalmente, a coluna cervical desempenha um papel importante</p>
<p>na postura. Estes mecanorreceptores são importantes na manutenção do equilíbrio e reflexos posturais adquiridos quando nascemos. Colocando a</p>
<p>coluna cervical em posição neutra</p>
<p>ajudamos a ativar os flexores profundos do pescoço Uma vez que o indivíduo aprende o bom posicionamento desses três pontos proprioceptivos, o treino pode começar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O treino sensório-motor</p>
<p>O treino sensório motor progride através de três estágios: estático, dinâmico e funcional. Em cada estágio o paciente progride os exercícios em diferentes posturas, bases de suporte e com mudanças no centro de gravidade. Cada exercício deve despertar o reflexo automático de estabilização muscular, desafiando o paciente a manter controle postural sob uma variedade de situações.</p>
<p>Fase estática: Na fase estática, a ênfase é colocada no desenvolvimento de uma pélvis estável e no trabalho do CORE para</p>
<p>que se possa construir o movimento em fases subsequentes. A estabilidade da pelve é conseguida por uma cadeia de músculos: multifídios, transverso do abdômen, oblíquos do abdômen, diafragma e assoalho pélvico. Janda</p>
<p>(1987) observou que muitas deficiências movimento</p>
<p>são causados ​​por, ou refletida nos músculos da pélvis e do quadril. Sem uma base estável na pélvis, o movimento nas extremidade será compensado em outras partes da cadeia cinemática. Este é o princípio da &#8221;estabilidade proximal para uma mobilidade distal&#8221;. Uma disfunção distal (nas extremidades) pode ser causada por ou devido ao resultado de uma disfunção (lombo-pélvica) proximal. Por exemplo, a disfunção do joelho tem sido associada com fraqueza muscular do quadril. O trabalho deve prosseguir com desafios da manutenção da postura em neutro e principalmente das principais articulações proprioceptivas, desafiando a estabilidade mudando o centro de gravidade e também usando de mudanças na base de suporte. Bons aparatos para estas fases são o rolos (foam roller) e temos trabalhado muito com os novos produtos AIREX (balanced pad).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fase dinâmica: o paciente começa a desafiar a estabilidade da pelve através de movimentos nos membros superiores e inferiores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fase funcional: é a fase ase final é uma progressão nas posturas funcionais com desafios na estabilidade pélvica. Estas atividades combinam diferentes desafios para a estabilidade postural. Os pacientes progridem com desafios em sua estabilidade postural através de mudanças na base de apoio, centro de gravidade, alavancas. O paciente deve manter a postura neutra nos pés-pelve-cervical (áreas chave na propriocepção). A qualidade é muito mais importante que a quantidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os exercícios não devem ocasionar a fadiga, o inicio de movimentos compensados deve-se interromper a atividade ou mesmo manipular o ambiente (assistência, centro gravidade, base de apoio, ADM, alavanca) para permitir uma execução correta, quando isto não acontece podemos estar levando a uma nova disfunção. Primeiramente o objetivo é aumentar a reação muscular e a resistência nos tecidos.</p>
<p style="text-align: left;">References<br />
1Abrahams, V.C., 1977. The physiology of neck muscles. Their role in head movement and maintenance of posture. Can. J.Physiol. Pharmacol. 55, 332.<br />
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<p style="text-align: left;">5Cordova, M.L., Jutte, L.S., Hopkins, J.T., 1999. EMG comparison of selected ankle rehabilitation exercises. J. Sport Rehabil.8, 209–218.<br />
6Freeman, M.A.R., 1965a. Coordination exercises in the treatment of functional instability of the foot. Physiotherapy 51(12), 393–395.<br />
7Freeman, M.A.R., 1965b. Instability of the foot after injuries to the lateral ligament of the ankle. J. Bone Joint Surg. 47B (4),669–677.<br />
8Freeman, M.A., Wyke, B., 1966. Articular contributions to limb muscle reﬂexes. The effects of partial neurectomy of the knee-joint on postural reﬂexes. Br. J. Surg. 53 (1),61–68.<br />
9Freeman, M.A., Wyke, B., 1967. Articular reﬂexes at the ankle joint: an electromyographic study of normal and abnormal inﬂuences of ankle-joint mechanoreceptors upon reﬂex activity in the leg muscles. Br. J. Surg. 54 (12), 990–1001.<br />
10Hinoki, M., Ushio, N., 1975. Lumbosacral proprioceptive reﬂexes in body equilibrium. Acta Otolaryngol. 330 (suppl.), 197.<br />
11Hodges, P.W., Richardson, C.A., 1997a. Contraction of the abdominal muscles associated with movement of the lower limb. Phys. Ther. 77 (2), 132–142.<br />
12Hodges, P.W., Richardson, C.A., 1997b. Feedforward contraction of transversus abdominus is not inﬂuenced by the direction of arm movement. Exp. Brain Res. 114, 362–370.<br />
13Hodges, P.W., Richardson, C.A., 1998. Delayed postural contraction of transversus abdominus in low back pain associated with movement of the lower limbs. J. Spinal Disorders 11,46–56.</p>
<p style="text-align: left;">12Hopkins, J.T., Ingersoll, C.D., Sandrey, M.A., Bleggi, S.D., 1999. An electromyographic comparison of 4 closed chain exercises. J. Athl. Train. 34 (4), 353–357.</p>
<p style="text-align: left;">13Ihara, H., Nakayama, A., 1986. Dynamic joint control training for knee ligament injuries. Am. J. Sports Med. 14, 309.<br />
14Janda, V., 1987. Muscles and motor control in low back pain: assessment and management. In: Twomey, L.T. (Ed.), Physical Therapy of the Low Back. Churchill Livingstone, New York,<br />
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15Janda, V., VaVrova, M., 1996. Sensory motor stimulation. In: Liebenson, C. (Ed.), Rehabilitation of the Spine. Williams &amp;Wilkins, Baltimore, pp. 319–328.<br />
16Jaramillo, J., Worrell, T.W., Ingersoll, C.D., 1994. Hip isometric strength following knee surgery. J. Orthop. Sports Phys. Ther.20 (3), 160–165.<br />
17Lewit, K., 1999. Manipulative therapy in rehabilitation of the locomotor system, Third ed. Butterworth Heinemann, Oxford.</p>
<p style="text-align: left;">18Nashner, L.M., 1989. Sensory, neuromuscular, and biomechanical contributions to human balance. In: Duncan, P. (Ed.),Balance. Proceedings of the APTA Forum. American Physical</p>
<p style="text-align: left;">Therapy Association, Alexandria, Virginia, pp. 5–12.<br />
19Pavlu, D., Novosadova, K., 2001. Contribution to the objectivization of the method of sensorimotor training stimulation according to Janda and Vavrova with regard to evidencebased-practice. Rehabil. Phys. Med. 8 (4), 178–181.<br />
20Schulthies, S.S., Ricard, M.D., Alexander, K.J., Myrer, J.W., 1998. An electromyographic investigation of 4 elastic tubing closed kinetic chain exercises after anterior cruciate ligament reconstruction. J. Athl. Train. 33 (4), 328–335.<br />
21 Sherrington, C., 1906. The Integrative Action of the Nervous System. Yale University Press, New Haven, CT.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A unidade muscular externa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaroalaor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Fáscia]]></category>
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		<description><![CDATA[Anatomia funcional da unidade externa A unidade externa é constituída principalmente de músculos fásicos (Tabela 1), embora existam muitos músculos, como os oblíquos abdominais, quadrado lombar, isquiotibiais e adutores, que servem uma dupla função, atuando em um papel tônico como estabilizadores e um papel fásico como mobilizadores . Para ser tecnicamente correto, podemos dizer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Anatomia funcional da unidade externa</strong></p>
<p>A unidade externa é constituída principalmente de músculos fásicos (Tabela 1), embora existam muitos músculos, como os oblíquos abdominais, quadrado lombar, isquiotibiais e adutores, que servem uma dupla função, atuando em um papel tônico como estabilizadores e um papel fásico como mobilizadores . Para ser tecnicamente correto, podemos dizer que as funções da unidade externa são funções predominantemente fásicas (voltado para o movimento).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-1/" rel="attachment wp-att-1828"><img class="aligncenter size-full wp-image-1828" title="outer.1" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/outer.1.jpg" alt="" width="648" height="218" /></a></p>
<p><strong>O Sistema Longitudinal Profundo</strong> (1,2) (SLP) é composto pelos músculos eretores da coluna vertebral e sua fáscia. Os eretores da coluna vertebral se comunicam através dos membros inferiores pelo bíceps femoral através do ligamento sacrotuberal da pelve e através do músculo fibular longo (Figura 1).</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-2-3/" rel="attachment wp-att-1831"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1831" title="outer.2" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/outer.22-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-2-2/" rel="attachment wp-att-1830"><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Sistema oblíquo posterior (SPO)</strong> ou eslinga consiste principalmente do grande dorsal e o glúteo máximo contralateral (Figura 2).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Sistema Anterior Obliquo (SAO)</strong> consiste em uma relação de trabalho entre os músculos oblíquo abdominal e do musculo adutor contralateral e a fascia abdominal anterior (Figura 3).</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-3/" rel="attachment wp-att-1833"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1833" title="outer.3" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/outer.3-151x300.jpg" alt="" width="151" height="300" /></a><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-2-2/" rel="attachment wp-att-1830"><br />
</a></p>
<p><strong>O Sistema Lateral (SL)</strong> (Figura 4) consiste de uma relação de trabalho entre o glúteo médio, glúteo mínimo e adutores ipsilateral. Porterfield e DeRosa indicam uma relação de trabalho entre o glúteo médio e adutores de uma perna com o quadrado lombar oposto. A experiência clínica do autor sugere fortemente que a musculatura oblíqua é sinérgica com o quadrado lombar durante as funções de eslingas laterais, como as observadas na Figura 4.</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-4/" rel="attachment wp-att-1834"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1834" title="outer.4" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/outer.4-131x300.jpg" alt="" width="131" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>                                                  A unidade externa em ação.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>       Os sistemas longitudinal profundo e posterior</strong></p>
<p>Para entender melhor como a função do SLP e SPO, vamos explorar suas ações no que é certamente um dos nossos padrões de movimento mais primal, marcha (caminhada). Enquanto caminhamos, há um nível consistente de baixa ativação dos músculos da unidade interna (estabilizadores) para proporcionar uma rigidez necessária ao conjunto para proteger as articulações e apoiar as ações dos músculos maiores da unidade. O recrutamento dos músculos da Unidade Interna variam de intensidade conforme a necessidade de manter adequada a dureza (estabilidade) da articulação e apoio, como as forças de inércia do movimento dos membros, as forças cinéticas e aumentar as pressões intradiscal.</p>
<p>Quando nós caminhamos, nós balançamos uma perna e o braço oposto à frente no que é chamado de contra-rotação. Pouco antes do toque do pé no chão, os tendões tornam-se ativos. O SLP, usa a fáscia tóraco-lombar e o músculo paravertebral para transmitir energia cinética acima da pélvis, enquanto estiver usando o bíceps femoral como um elo de comunicação entre a pelve e membros inferiores. Por exemplo, Vleeming mostra que o bíceps femoral se comunica com o fibular longo na cabeça da fíbula, transmitindo aproximadamente 18% da força de contração do bíceps femoral através do sistema fascial no fibular longo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Curiosamente, o tibial anterior assim como o peroneal longo, inserido ao lado da cabeça plantar proximal do primeiro metatarso. A importância dessa relação é apreciada quando se considera que não há contratação do bíceps femoral e tibial anterior pouco antes de calcanhar apoiar no chão em conjunto com os músculos peroneal, que atuam como estabilizadores dinâmicos da perna e pé. Dorsiflexão do pé e ativação do bíceps femoral, portanto, serve para &#8220;encerrar&#8221; o mecanismo da fáscia toracolombar como um meio de estabilizar os membros inferiores e armazenar energia cinética que será usada durante a fase propulsiva da marcha .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como você pode observar na Figura 2, pouco antes de calcanhar tocar o chão o glúteo máximo atinge estiramento máximo e o grande dorsal é estendido pelo balanço para a frente do braço oposto. O toque do calcanhar significa transição para a fase de propulsão da marcha, momento em que a contração do glúteo máximo é sobreposta sobre aquela dos isquiotibiais. A ativação do glúteo máximo ocorre em conjunto com a ativação do grande dorsal contralateral, que agora está estendendo o braço em conjunto com a perna propulsora. A contração sinérgica do glúteo máximo e grande dorsal cria tensão na fáscia tóraco-lombar, que será lançado em um pulso de energia que irá ajudar os músculos da locomoção, reduzindo o custo metabólico da marcha.</p>
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<p><strong>O sistema anterior oblíquo</strong></p>
<p>O conceito do Sistema Anterior Obliquo (Figura 3) parece ter se tornado popular recentemente. Uma revisão da literatura mostra que o conceito espiral de ação músculo-articulação foi entendida como movimento integral humano e como exercícios corretivos por Robert W. Lovett, MD e pelo anatomista Raymond Dart A. no início de 1900.</p>
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<p>Para esclarecer o ponto em que o movimento tem origem no CORE, Gracovetsky descreve a geração de torque por uma coluna vertebral em forma de S. Ele exemplifica dizendo que as pernas não são responsáveis pela marcha, mas apenas instrumentos de expressão, mostrando que um homem sem pernas pode andar. Em ambos os exemplos Gracovetsy chama de motor espinhal, é evidente que as energias cinética e potencial da musculatura oblíqua abdominal, em conjunto com outros músculos do núcleo CORE, são os principais responsáveis pela criação do torque motor que impulsiona a coluna vertebral, o abdominal oblíquo é o melhor situado para criar torque rotativo.</p>
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<p>Os músculos abdominais oblíquos, como os adutores, servem para fornecer estabilidade e mobilidade a marcha. Ao olhar para as gravações EMG dos músculos abdominais oblíquos durante a marcha  e sobrepondo-as sobre o ciclo da atividade dos adutores na marcha demonstrado por Inman, é claro que os dois conjuntos de músculos contribuem para a estabilidade no início da fase de apoio da marcha , bem como a rotação da pelve e puxando a perna durante a fase de balanço da marcha. Quando a velocidade da caminhada avança para corrida a ativação do sistema anterior se torna mais proeminente.</p>
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<p>O Sistema Anterior Oblíquo é muito importante, particularmente nos sprints, onde os membros e tronco devem ser acelerados. As exigências sobre o SAO são grandes e multi-direcional em esportes como tênis, futebol, vôlei, basquetebol e hóquei. Nesses ambientes esportivos, o SAO  não só deve contribuir para acelerar o corpo, mas também para mudar de direção e desaceleramento. Não é preciso ver um estudo EMG para apreciar a forte contribuição do SAO, basta perguntar para alguém que teve uma distensão abdominal! Aceleração, desaceleração e mudança de direção todas são atividades que resultam em dor imediata na presença de ambas: tensões nos músculos abdominais ou estiramentos na virilha.</p>
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<p>As funções do SAO podem ser apreciadas quando se corre na areia. Porque a areia dá afastada no início das fases de propulsão da marcha, o momento de impulso das forças de reação do solo é interrompido, resultando em má utilização da fáscia tóraco-lombar. Muitos atletas que realizam sprints na areia, notam uma fadiga no dia seguinte ou dois após os sprints na areia. Isto é devido ao aumento da ativação do SAO para compensar a perda de energia, potencial e cinética muscular, que normalmente é armazenada e liberada em parte pelo sistema de fáscia tóraco-lombar. Gracovetsky afirma que o uso de calçados esportivos com sola macia, como os atletas costumam usar hoje em dia, pode facilmente prejudicar o mecanismo de tempo do corpo, que poderia muito bem resultar em um trabalho maior e podendo resultar em lesões.</p>
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<p>Durante as atividades explosivas (Figura 5), o SAO assume uma função crítica, estabilizando como na locomoção, mas auxiliando na propulsão do martelo. Flexão do tronco e rotação, como um movimento de cadeia fechada na perna de apoio, é gerado pelo adutores, que auxiliam na flexão do tronco e rotação interna da pelve e assistida pela gravidade. Ativação dos adutores ocorre em conjunto com a ativação do ipsilateal (lado perna de apoio) do oblíquo interno e contralateral (lado do braço de arremesso) oblíquo externo, puxando o tronco na direção necessária para impulsionar o complexo do ombro / braço. As forças da unidade de ombro / braço somam com os das pernas e tronco abaixo para produzir um balanço poderoso no martelo. Aqui se pode ver claramente as funções fásica do SAO no trabalho.</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-5/" rel="attachment wp-att-1835"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1835" title="outer.5" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/outer.5-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" /></a></p>
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<p><strong>           O sistema lateral</strong></p>
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<p>Porterfield e De Rosa sugerem que a anatomia funcional dita que o sistema lateral fornece estabilidade necessária no plano frontal. Enquanto caminhamos o SL está ativo no apoio do calcanhar (início da fase de apoio), oferecendo estabilidade no plano frontal. Isto é realizado por uma ação de forças conjuntas entre o glúteo médio e mínimo, trazendo a crista ilíaca em direção ao fêmur estável enquanto o quadrado lombar oposto e musculatura abdominal oblíqua ajudam, elevando o ílio. Esta ação é necessária para ajudar a criar o espaço necessário livre para balançar a perna na marcha.</p>
<p>Durante as atividades funcionais, tais como uma aula de step (Figura 4) ou simplesmente subir uma escada (Figura 6). O SL desempenha um papel crítico, estabilizando a coluna vertebral no plano frontal. Estabilidade no plano frontal é muito importante para a longevidade da coluna lombar porque os movimentos no plano frontal da coluna lombar e torácica estão associados com movimentos plano transversal; quantidades excessivas de ambos irão rapidamente agravar as articulações da coluna vertebral.</p>
<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/a-unidade-muscular-externa/outer-6/" rel="attachment wp-att-1836"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1836" title="outer.6" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2012/01/outer.6-171x300.jpg" alt="" width="171" height="300" /></a></p>
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<p>O SL proporciona estabilidade que não apenas protege a coluna vertebral e articulações do quadril, mas é um contribuinte necessário para a estabilidade global da pelve e do tronco. Quando o tronco fica instável, a estabilidade diminuída comprometerá a capacidade de gerar as forças necessárias para mover a perna de balanço rapidamente, conforme exigido por muitos trabalhos e ambientes esportivos.</p>
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<p>Um exemplo clássico de expressão distal e disfunção foi ilustrado por Sahrmann. Ela descreveu um deslocamento lateral do centro de gravidade de um atleta a articulação subtalar ao atravessar pela fase de apoio da marcha (Sinal de Trendelenburg), resultando em uma inversão e entorse de tornozelo, o autor encontrou fraqueza no glúteo médio e dor lombar contra lateral devido à sobrecarga no quadrado lombar comum entre atletas que tiveram entorse de tornozelo recorrentes.</p>
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<p>A UNIDADE EXTERNA EM UM SISTEMA DE ESTABILIZAÇÃO</p>
<p>Embora a unidade externa ser pensada como um sistema fásico (um sistema para mover o corpo) pela maioria, ele oferece funções cruciais de estabilizador. Devemos lembrar que os músculos da unidade interna são relativamente pequenos, com menos potencial para gerar a força que os grandes músculos da unidade exterior.</p>
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<p>Os músculos da unidade interna estão preocupados com o fornecimento de rigidez e estabilidade segmentar. Eles trabalham por longos períodos de tempo em baixos níveis de contração máxima. Os músculos da Unidade Externa, embora muito bem orientados para mover o corpo, também são muito importantes para a estabilidade, muitas vezes servindo para proteger os músculos da unidade interna, os ligamentos da coluna vertebral e articulações de uma sobrecarga prejudicial. Por exemplo, considere este cenário comum:</p>
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<p>O treinador instrui dois jogadores de futebol para fazerem arremessos da medicine ball, um para outro, em sentidos oblíquos. O jogador mais alto é muito mais forte que o mais baixo.  O jogador menor não tem força em sua unidade externa para desacelerar a bola e é forçado até o limite da flexão do tronco e da rotação, traumatizando seus discos lombares inferiores, ligamentos e músculos intrínsecos da coluna vertebral (multífidius, rotadores, intertrasversais e interespinais).</p>
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<p>Independentemente de quão bem condicionados a unidade interna do jogador menor pode ter sido trabalhada, a falta de força em sua unidade externa em relação ao seu parceiro, ou as exigências da tarefa em questão resultaram em sobrecarga na unidade interna e lesões! Com um exame minucioso na maioria das atividades no trabalho ou no ambiente esportivo, você vai descobrir que uma boa força excêntrica nos sistemas da unidade externa é fundamental para proteger a unidade interna de lesões. A proteção da unidade interna, através do condicionamento adequado da unidade exterior é um objetivo digno quando se considera que a propriocepção ótima depende da saúde dos músculos da unidade interna e as articulações que eles protegem!</p>
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<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A unidade externa é composta por quatro sistemas, o longitudinal profundo, oblíquo posterior, oblíquo anterior e lateral.</p>
<p>Estes sistemas são dependentes da unidade interna para gerar a rigidez e estabilidade necessárias para criar uma plataforma de geração de força efetiva. Uma falha na unidade interna para trabalhar na presença de demanda na unidade externa muitas vezes resulta em desequilíbrio muscular, lesão articular e um mau desempenho. O condicionado efetivo da unidade externa deve incluir exercícios que exijam a função integrada das unidades interna e externa, utilizando padrões de movimento utilizados no ambiente de trabalho de um determinado cliente ou ambiente esportivo.</p>
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<p>By Paul Chek From: IAAF/ New Studies in Atheletics/2.00</p>
<p>Falaremos em um próximo artigo sobre a unidade interna.</p>
<p><strong>References</strong></p>
<p>1.      Vleeming A, Pool-Goudzwaard AL, Stoeckart R, van Windergen JP and Schnijders CJ. The posterior layer of the thoracolumbar fascia. Its function in load transfer from spine to legs. <em>Spine</em>. 1995;20(7):753-758.</p>
<p>2.      Barker PJ &amp; Briggs CA. Attachments of the posterior layer of the lumbar fascia.<em>Spine</em> 1999:24(17):1757-1764.</p>
<p>3.      Stecco L &amp; Stecco C. <em>Fascial Manipulation for Musculoskeletal Pain.</em> Padova, Italy: PICCN Nuova Libreria s.p.a.. -Available at Amazon. 2004. (English version)</p>
<p>4.      Stecco L. <em>Fascial Manipulation: Practical Part</em>. Padova, Italy: PICCN Nuova Libreria s.p.a.. -Available at Amazon. 2009 (English version)</p>
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		<title>Esperança no tratamento para lesões da medula espinhal</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 15:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaroalaor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Pesquisadores desenvolveram um novo e inovador tratamento, que poderá ajudar a minimizar danos nos nervos nas lesões da medula espinhal, promover a cicatrização do tecido e minimizar a dor. A medula espinhal é o caminho mais importante para veicular uma informação da pele, músculos e articulações para o cérebro e vice-versa. Danos às células [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alvaroalaorpilates.com/esperanca-no-tratamento-para-lesoes-da-medula-espinhal/spinal-cord-injury2/" rel="attachment wp-att-1819"><img class="aligncenter size-full wp-image-1819" title="spinal-cord-injury2" src="http://www.alvaroalaorpilates.com/wp-content/uploads/2011/12/spinal-cord-injury2.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores desenvolveram um novo e inovador tratamento, que poderá ajudar a minimizar danos nos nervos nas lesões da medula espinhal, promover a cicatrização do tecido e minimizar a dor.</p>
<p>A medula espinhal é o caminho mais importante para veicular uma informação da pele, músculos e articulações para o cérebro e vice-versa. Danos às células nervosas nessa região geralmente resultam em paralisia irreversível e perda de sensação. Por muitos anos, os cientistas têm feito o seu melhor para apurar por que as células nervosas se recusam a se regenerar. Eles procuram maneiras de estimular essas células para retomar seu crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de uma lesão na medula espinhal há um aumento na produção de uma proteína (RhoA) que bloqueia a regeneração de células nervosas que transmitem sinais ao longo da medula espinhal e evita que o tecido lesado se cure.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cientistas desenvolveram uma molécula de síntese química siRNA que diminui a produção da proteína RhoA quando administrado à coluna e permite a regeneração das células nervosas.</p>
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<p>&#8220;É excitante porque este tratamento minimamente invasivo pode alvejar seletivamente o tecido lesionado e, assim, promover a cura e reduzir a dor&#8221;, diz Martin Grumet, diretor do Centro Keck e principal autor de um estudo recente publicado no <em>Journal of Neurotrauma</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dor neuropática, também conhecida como dor fantasma que ocorre como resultado de uma lesão da medula espinhal é freqüentemente associada com um aumento da produção de RhoA. Quando os pesquisadores injetaram a substância de síntese química molecular na medula espinhal de ratos de laboratório com lesões na medula espinhal através de um procedimento semelhante a uma punção lombar, houve uma melhoria global na recuperação e cicatrização dos tecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de 250.000 pessoas nos Estados Unidos estão vivendo com uma lesão medular e, atualmente, não há nenhuma maneira de reverter os danos.Nenhuma droga para o tratamento precoce de lesões da medula espinhal foram aprovados em mais de uma década. Com base nesta investigação conjunta, Quark Pharmaceuticals Inc tem agora um programa para o desenvolvimento de drogas para o tratamento da lesão medular e dor neuropática.</p>
<p>Isso é uma esperança para todos nós que trabalhamos com reabilitação e principalmente para os pacientes que muitas vezes são obrigados a conviver com uma nova realidade de vida. Esperamos que em breve possamos contar com esta ajuda na recuperação de pacientes com lesões medulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abstract <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21443453">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21443453</a></p>
<p><a href="http://agilawritingblog.blogspot.com/2010/09/neuralstem-inc-applies-to-fda-for-first.html">imagem </a></p>
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		<title>Mensagem Natal e Ano Novo.</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 02:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaroalaor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso estúdio ganhou um lindo calendário do Mistério da Defesa de Israel.Este calendário foi montado com desenhos enviados por crianças do mundo inteiro, e o resultado ficou lindo. A beleza do calendário e os objetivos do Ministério,  um mundo de Paz como o das crianças nos motivou em nossa mensagem de Natal e Ano Novo. Esperamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso estúdio ganhou um lindo calendário do Mistério da Defesa de Israel.Este calendário foi montado com desenhos enviados por crianças do mundo inteiro, e o resultado ficou lindo. A beleza do calendário e os objetivos do Ministério,  um mundo de Paz como o das crianças nos motivou em nossa mensagem de Natal e Ano Novo. Esperamos que curtam, a ultima imagem foi uma mensagem de natal realizada pelo estúdio de Joseph.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/-n_8lmcJrv4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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